quinta-feira, 26 de março de 2009

Estive pensando...

Hoje, acordei com uma leve sensação que não ia ser um dia bom.

É, cai da cama, o relógio não despertou, acordei atrasada, sai atrasada e cheguei atrasada no trabalho. Mas... Será que eu estava tendo um dia ruim porque pensei que fosse ter um dia ruim ou porque realmente naquele dia não ia ter sorte? Bom, deixei as duas perguntas de lado, respirei fundo e pensei: É só o começo, e não vai ter nada de mais numa segunda feira como essa. Segui em frente. Abri o jornal, li no horóscopo que ia ser um dia bom pra refletir minhas metas. Não tenho muita paciência pra horóscopo, isso pra mim, é tudo sacanagem de quem quer ganhar dinheiro fazendo suposições sem fundamento. A “margem” de erro dos astrólogos é grande e eu não estava afim mesmo de tentar entender aonde eles queriam chegar com “refletir minhas metas”. Pra mim, aquilo não fazia sentido. Pois bem... Será que se eu fizesse um mapa astral serei eu mais feliz, “prevendo” como vai ser meu ano? Ou se eu me esforçar pra ser melhor, fizer melhor, terei uma progressão resultante do meu próprio esforço e não do “universo que conspira ao meu favor ou não”.

Tenho como base o seguinte pensamento: você atrai o que você transmite. Se eu acordo pensando no trânsito, no meu chefe que não para de encher, em como eu sou infeliz, em como a inflação aumentou, em como o brasil tem assaltantes ou em como o cachorro do vizinho não para de latir, prefiro não levantar da cama. Creio eu que obstáculos são necessários na escalada da vida. Tenho eles como troféus. Quando você olha pra trás, vê tudo o que passou, tudo o que enfrentou, meio que “coleciona” obstáculos, e pode afirmar pra si mesmo o quanto é forte e persistente, e sabe o quanto é capaz de fazer, baseado no que já fez.

E pensar positivo é fundamental para obter sucesso. Se você acredita no seu potencial, automaticamente vai se fazer capaz de conseguir algo, e o caminho entre “querer e poder” será bem mais curto. Mas não adianta acordar e dizer: hoje vai ser um dia bom e não fazer nada para que isso se concretize. Ou reclamar de algo e não fazer nada para mudar... é a chamada indolência displicente. Se não se esforça para mudar oras, é porque de certa forma concorda com tal situação, somente por deixa-la acontecer.

É preciso arregaçar as mangas, correr atrás, arriscar. O que é melhor, arriscar e perder, mas ter a certeza de que ao menos tentou, ou não arriscar e ficar na dúvida de como poderia ter sido? Eu sou adepta da primeira opção. Antes um esforço sem sucesso do que o vazio da duvida de como poderia ter sido. Somos muito mais do que imaginamos, podemos muito mais do que acreditamos. Não funciona como um passe de mágica, mas o primeiro passo é crer no seu próprio potencial e seguir em frente.

1 comentários:

Debbie Oliveira disse...

Ou reclamar de algo e não fazer nada para mudar... é a chamada indolência displicente. Se não se esforça para mudar oras, é porque de certa forma concorda com tal situação, somente por deixa-la acontecer.

Tu acredita que falei isso pra uma pessoa ontem?

Sam... obrigada por me fazer ver que não to sozinha no mundo dos pensamentos estranhos e diferentes!

te amo!