Uma pessoa que não ama ninguém, ama a si mesma, certo? Procura sempre trazer as vantagens das situações só pra si, engolindo-as e “tirando vantagem” das situações. Certo. Essa pessoa, então é egoísta. Mas e alguém que “ama a todos”? Não está pensando somente nela, ao amar e querer receber o amor geral? Seria essa pessoa egoísta também? Vejamos… eu acredito que essa coisa de egoísmo muito relativa, e que vai muito além de um ser querer somente tudo para si. Oras, somos seres humanos e é natural essa intenção de atrair tudo o que é bom para nós.
O conceito de muitas pessoas com relação à egoísmo pode se aproximar do que está escrito na primeira linha. Imagine a seguinte situação: Você está num bar com um amigo, jogando conversa fora com um amigo seu, e, no decorrer da conversa ele diz: “Mas chega de mim! Vamos falar de você… o que acha da minha moto nova?” É engraçado, porque ele “parou” de falar da própria opinião sobre as coisas dele, para saber sobre a sua opinião nova conquista dele! Ou seja, quer atenção do amigo e opinião quanto ao seu bom gosto… o que na verdade é uma “busca” implícita por aplausos.
Creio que, nesse caso, ele poderia não ser classificado como egoísta, ao passo que ele “precisou” da aprovação do amigo sobre a moto nova. Um egoísta nato não precisa da aprovação dos outros, sendo que a sua aprovação e avaliação já são suficientes.O egoísta então, nessa linha de raciocínio, se basta, não precisa de nada nem de ninguém.
Certo. Uma pessoa que “acha” que não precisa de nada nem ninguém não estaria enganando a si mesma, colocando uma “barreira” de independência entre ele e as pessoas? É praticamente impossível viver sem ninguém. Sem precisar de uma força, de vez em quando. Sem precisar de um ombro amigo pra desabafar. Sem ter a humildade de fazer algo simples, como puxar assunto no messenger com alguém, seguindo a máxima: “se ele não falar comigo, eu não falo com ele”. Uma pessoa assim vive presa a si mesma, e está tão acorrentada aos seus padrões de pensamento, que mal consegue enxergar a grandeza da união, da confraternização.
Eu, no auge dos meus dezenove anos nunca encontrei alguém que fosse auto-suficiente. É até admirável alguém que, por ventura, consegue tal façanha. Digo admirável porque nunca encontrei alguém assim, e, se encontrasse, ficaria surpresa. Acho que aí é que reside o verdadeiro egoísmo. Nessa “fraqueza ao admitir que, na verdade, não existe possibilidade de ser auto-suficiente, de viver sozinho e “fingir” não precisar de ninguém”. Até porque, venhamos e convenhamos, ser auto-suficiente não é muito agradável. De que me adiantaria, por exemplo, possuir uma ilha inteira com tudo o que eu quero, só pra mim? Qual a graça de usufruir tamanha fortuna, sem ninguém pra dividir? Por fim, creio que o egoísta em questão pode ser classificado como “covarde”. Covarde no sentido de não conseguir admitir que é ser humano assim como os outros, e que é portador de defeitos… E que só conseguirá melhorar-se como tal, solicitando ajuda e permitindo-se abrir para recebê-la.
sábado, 4 de abril de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
Eles dois.
Hoje vou atender a um pedido em especial: Vou falar sobre duas pessoas e sobre tudo o que os envolveu/envolve.
Mas para começar, vamos analisar os dois separadamente, pra depois ver no que deu/pode dar.
Ele: um cara que aparenta uns 25 anos, bonito, forte e bem humorado. Observador, inteligente. Não sei se bem resolvido amorosamente, mas como todo ser humano, busca sua cara metade.
Ela: Uma garota de 20 anos, estatura média, pele morena, alegre, tem personalidade forte, é teimosa, birrenta, porém tem um senso de humor fora do comum. Se abala facilmente com certos acontecimentos, porém, tenta não demonstrar.
Não sei o que diabos um viu no outro, mas eles se dão/davam relativamente bem. Ficaram próximos por causa de uma amiga em comum, a qual costumava despertar um ciúmes meio escondido na guria. Um ciúmes que toca no ego dele como um medalhão de 10kg toca o chão de uma catedral vazia depois de uma queda. Faz um eco imenso e o faz sentir satisfeito, de certa forma. No início ele não significava muita coisa pra ela... 'só mais um que paga pau pra ela.. hnf¬¬' Mas aos poucos ele foi se mostrando um cara sensível, amigo e companheiro de verdade. Talvez ela tenha ido um pouco além ao querer mais do que amizade. Não que ele não correspondesse, o problema é que era o sentimento certo... na hora errada. E nesse meio tempo surgiram outras pessoas entre eles, outros lances, outros romances...
E aí, mais ciúmes. Fora isso, cada um teve um tempo 'pra si próprio'. Um tempo pra colocar a cabeça no lugar. Não digo que pararam de se falar ou de se gostar, somente guardaram esse sentimento dentro de uma caixa. Uma caixa perto de uma casa chamada 'SONHO'... que pode ser acessada a qualquer hora, desde que fique longe do coração. Esse tempo serviu para que cada um pudesse olhar pra dentro de si e pudesse buscar uma resposta para o turbilhão de dúvidas que emergiam de suas cabeças.
E assim foi. Agora tem cerca de um ano que eles se conhecem, e em meio à discussões, risadas, músicas, prints, declarações, sonhos, cenas de ciúmes e desencontros, surgiu um sentimento que é o que ela guarda de mais puro dentro do peito: RESPEITO. Porque quando se ama, não é só amar e esperar que a pessoa faça ou sinta o que você está sentindo. Precisa existir um respeito mútuo, afinal, cada um tem seu tempo pra poder assumir e entender o que sente. E com ele ela aprendeu isso.
Não importa o tipo de relacionamento, seja ele amizade ou romance, ambos sempre terão uma boa lembrança um do outro, não importando aonde estejam nem quanto tempo passe, ambos vão sempre se referir um ao outro com um imenso carinho.
Essa é pra vocês.
That's all ;*
Mas para começar, vamos analisar os dois separadamente, pra depois ver no que deu/pode dar.
Ele: um cara que aparenta uns 25 anos, bonito, forte e bem humorado. Observador, inteligente. Não sei se bem resolvido amorosamente, mas como todo ser humano, busca sua cara metade.
Ela: Uma garota de 20 anos, estatura média, pele morena, alegre, tem personalidade forte, é teimosa, birrenta, porém tem um senso de humor fora do comum. Se abala facilmente com certos acontecimentos, porém, tenta não demonstrar.
Não sei o que diabos um viu no outro, mas eles se dão/davam relativamente bem. Ficaram próximos por causa de uma amiga em comum, a qual costumava despertar um ciúmes meio escondido na guria. Um ciúmes que toca no ego dele como um medalhão de 10kg toca o chão de uma catedral vazia depois de uma queda. Faz um eco imenso e o faz sentir satisfeito, de certa forma. No início ele não significava muita coisa pra ela... 'só mais um que paga pau pra ela.. hnf¬¬' Mas aos poucos ele foi se mostrando um cara sensível, amigo e companheiro de verdade. Talvez ela tenha ido um pouco além ao querer mais do que amizade. Não que ele não correspondesse, o problema é que era o sentimento certo... na hora errada. E nesse meio tempo surgiram outras pessoas entre eles, outros lances, outros romances...
E aí, mais ciúmes. Fora isso, cada um teve um tempo 'pra si próprio'. Um tempo pra colocar a cabeça no lugar. Não digo que pararam de se falar ou de se gostar, somente guardaram esse sentimento dentro de uma caixa. Uma caixa perto de uma casa chamada 'SONHO'... que pode ser acessada a qualquer hora, desde que fique longe do coração. Esse tempo serviu para que cada um pudesse olhar pra dentro de si e pudesse buscar uma resposta para o turbilhão de dúvidas que emergiam de suas cabeças.
E assim foi. Agora tem cerca de um ano que eles se conhecem, e em meio à discussões, risadas, músicas, prints, declarações, sonhos, cenas de ciúmes e desencontros, surgiu um sentimento que é o que ela guarda de mais puro dentro do peito: RESPEITO. Porque quando se ama, não é só amar e esperar que a pessoa faça ou sinta o que você está sentindo. Precisa existir um respeito mútuo, afinal, cada um tem seu tempo pra poder assumir e entender o que sente. E com ele ela aprendeu isso.
Não importa o tipo de relacionamento, seja ele amizade ou romance, ambos sempre terão uma boa lembrança um do outro, não importando aonde estejam nem quanto tempo passe, ambos vão sempre se referir um ao outro com um imenso carinho.
Essa é pra vocês.
That's all ;*
sábado, 14 de março de 2009
O fim.
O fim de um relacionamento é sempre ... um fim.
Estranho, não? Algumas mudanças me deixam meio receosa... não só quando se trata do fim de relacionamentos, mas de mudanças em geral.
Tudo muda, as pessoas mudam, e promessas de amor eterno também mudam. Ou não mudam, simplesmente eram mentira e eu acreditei piamente que eram verdade. Fato.
Mas aí é que tá... esse 'acreditar', 'sonhar', ir além... Imaginar como poderi ter sido, ou botar expectativas. Essa coisa de confiar sempre foi mto fácil pra mim, basta ser legal e eu sou legal da mesma forma. E acredito em todos, sem exceção, até que as mesmas me provem o contrario...
Bah. Sou burra por isso? Não sei, na verdade. E também nem quero saber... talvez eu esteja feliz sendo assim, ou esteja fingindo ser feliz assim.
Por hoje é só.
Ouvindo: Boys don't cry - The Cure
Estranho, não? Algumas mudanças me deixam meio receosa... não só quando se trata do fim de relacionamentos, mas de mudanças em geral.
Tudo muda, as pessoas mudam, e promessas de amor eterno também mudam. Ou não mudam, simplesmente eram mentira e eu acreditei piamente que eram verdade. Fato.
Mas aí é que tá... esse 'acreditar', 'sonhar', ir além... Imaginar como poderi ter sido, ou botar expectativas. Essa coisa de confiar sempre foi mto fácil pra mim, basta ser legal e eu sou legal da mesma forma. E acredito em todos, sem exceção, até que as mesmas me provem o contrario...
Bah. Sou burra por isso? Não sei, na verdade. E também nem quero saber... talvez eu esteja feliz sendo assim, ou esteja fingindo ser feliz assim.
Por hoje é só.
Ouvindo: Boys don't cry - The Cure
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